O RotaVEG é um projeto que tem como objetivo frequentar, experimentar e divulgar lugares, eventos ou marcas que se dedicam de forma integral ou parcial à ideologia do veganismo.

A ideia do blog surgiu depois que comecei a sentir falta de um bom guia gastronômico que avaliasse e registrasse de forma completa os estabelecimentos da cidade que são veganos ou que oferecem opções para este público. Posteriormente, o blog acabou abraçando também não só a gastronomia, mas também o consumo vegano em geral, adicionando receitas, informações sobre produtos de higiene pessoal, cosméticos, vestuário e etc.

Hoje (Outubro de 2016), depois de mais de 2 anos de RotaVEG, visitei e registrei mais de 50 lugares, participei de dezenas de eventos, realizei 2 workshops de doces veganos e também acabei produzindo alguns roteiros relacionadas as minhas viagens. Posso dizer que até o momento tem sido uma experiência fantástica! Aproveito a reedição deste texto para agradecer a todos que curtiram, compartilharam, enviaram email de agradecimento, descobriram e incentivaram comigo a expansão do veganismo. Fica aqui também o meu agradecimento a todas as empresas que me apoiaram e aos convidados que contribuíram com seus maravilhosos guest posts.

Depois deste tempo todo de dedicação, o RotaVEG não pode parar! Mesmo após esta minha pequena-grande pausa, ainda faltam muuuitos lugares por aí para visitar e divulgar!

Este mês (novembro) estou voltando com o blog renovado e novos posts no gatilho. A nossa maior novidade para esta versão 2.0 é, sem dúvida, a loja colaborativa de encomendas veganas! Uma lojinha virtual que tem a intenção de reunir várias pequenas empresas para facilitar a vida de quem curte comprar produtos e serviços veganos mas não sabe muito bem onde encontrar. Espero que esta ideia dê muito certo e ajude todas estas empresas a prosperarem infinitamente!

RotaVEG - Victor SanchesQuem?

Quem faz as visitas, fotografa, come tudo, escreve os posts e dá um jeito no que for preciso sou eu mesmo, Victor, 28 anos, atualmente em São Paulo, há 9 anos vegetariano e 3 vegano.

Um dos maiores prazeres da minha vida é cozinhar um prato karma-free ou descobrir um novo lugar com opções veganas para ir correndo experimentar. Este blog surgiu inicialmente para divulgar todas essas informações ditas anteriormente como forma de incentivo a disseminação desta filosofia.

Mesmo com todos os problemas, acredito que os veganos e simpatizantes da causa não podem reclamar de São Paulo, a cidade que mais movimenta esta comunidade no país. Quem acompanha este mercado sabe a grande variedade de opções que é possível encontrar por aqui, porém, nossa filosofia é sempre a de “quanto mais, melhor”.

Só para constar, a ficha do veganismo caiu pra mim aos 19 anos. Como a maioria das pessoas, fui tocado por alguns documentários como “Terráqueos” e “A carne é fraca”. Passando por várias fases de transição entre ovolacto-vegano no fundo sempre soube que a única forma de tratar os animais de forma ética era adotar a filosofia do veganismo por completo.

Levando em conta todos os poréns de uma sociedade atual que ainda se vê como dependente da exploração animal (inclusive humana), sempre considerei o veganismo como um constante processo de adaptação. Quem é ou já tentou ser vegano sabe como é a tarefa de vasculhar rótulo por rótulo de produtos e ainda ser sempre presenteado com uma surpresa inesperada. E além de tudo isso, quase nunca saberemos se tal produto é fruto de exploração humana.

Já me adianto falando isto pois sempre sou questionado a respeito do pneu do carro, da sacolinha de supermercado, da marca da minha roupa ou daquele remédio testado que terei que tomar no dia que estiver entre a vida e a morte. Para este tipo de argumento penso que este processo de “veganizar-se” é constante, com certeza até o dia da nossa morte. Mas a minha intenção é sempre ir nos informando e trocando os alimentos, marcas e produtos. Se ainda hoje não podemos nos livrar 100% desses produtos não-éticos de forma fácil, então que nos livremos dos 99%. Sempre existe uma alternativa e caso ainda não existir, que inventemos uma nova.

Estou sempre aberto a críticas e novas ideias. Caso tiver alguma, entre em contato!

🙂